25 anos de escuta para construir soluções com a rede.
Uma experiência que começou na escola, passou pela Secretaria e hoje está a serviço de redes que querem transformar investimento em aprendizagem. Cada número aparece com a sua fonte.
Ivani Oliveira: onde currículo, formação, acompanhamento e material começaram a funcionar juntos.
Foi na escola que aprendi que resultado não começa na resposta. Começa na capacidade de compreender o problema.
Na Escola Professora Ivani Oliveira, o trabalho começou pela leitura do que os estudantes faziam e do que a escola ensinava. Avaliações, cadernos, planejamentos e produções passaram a ser analisados em conjunto para localizar as lacunas entre intenção e aprendizagem. A partir daí, currículo, formação continuada e acompanhamento da prática deixaram de ser ações paralelas e passaram a compor o mesmo processo.
Foi também na Ivani que Janaína orientou uma primeira experiência de produção de material didático com a equipe. O conhecimento construído pela própria escola passou a ganhar forma em referências para professores e estudantes. Esse movimento é um antecedente direto do que hoje aparece, em outra escala, no trabalho com redes e no desenvolvimento dos Cadernos Aprende+.


- ProblemaO que os resultados e as produções dos estudantes revelavam: apenas cerca de 40% alcançavam o desempenho esperado.
- Leitura do problemaCruzamento entre avaliação, planejamento, currículo, cadernos e prática, em vez de responsabilizar os alunos.
- DecisãoFormação continuada ligada ao que acontecia nas salas de aula.
- AcompanhamentoA gestão observando, devolvendo e sustentando as mudanças.
- ProduçãoPrimeira experiência de construção de material com a equipe da escola.
- Resultados e reconhecimentoEm 2013, o projeto “Narrativas do professor que ensina e aprende na escola” recebeu o Prêmio Educador Nota 10, categoria Gestão, como consequência do processo.
Prova Escrita: da evasão à evidência.
Na escola retratada no documentário, a evasão chegava a 40%. O caminho foi ler as marcas deixadas pelos estudantes para compreender o problema antes de agir sobre ele.

Cruz: uma rede que chegou ao IDEB 10 e escolheu continuar aprendendo.
O trabalho em Cruz não começou pela procura do que estava errado. Começou por uma pergunta: o que sustenta resultados tão fortes e o que a rede ainda quer aprender?
Entramos nas escolas, observamos aulas, conversamos com professores e estudantes, analisamos planejamentos, produções e o uso dos Cadernos de Aprendizagem. O que aparece na prática volta para a equipe técnica como evidência: orienta formação, revisão dos materiais e novas decisões. Assim, a rede preserva referências comuns sem retirar a autoria docente e transforma acompanhamento em aprendizagem institucional.

- Escuta e análiseReuniões com a equipe técnica, leitura de materiais, registros e prioridades da rede.
- Entrada nas escolasObservação da prática, escuta de professores e estudantes e acompanhamento do uso dos cadernos.
- Leitura das evidênciasPlanejamentos, produções dos estudantes e registros docentes mostram o que precisa ser preservado, retomado ou ampliado.
- Formação e revisãoOs achados voltam para a formação e para a revisão dos Cadernos de Aprendizagem.
- Retorno à escolaO acompanhamento verifica como as decisões se concretizam na experiência dos estudantes.

Uma rede forte não para quando alcança um bom indicador. Sustenta o que funciona, mantém seus professores no lugar de aprendizes e cria novos desafios para os estudantes.
Experiências que formaram o método.
Fontes: Portfólio Jana Barros, 2º semestre de 2026; certificado do Instituto Chapada de Educação e Pesquisa.
Quer construir resultados assim na sua rede?
